FOLIA DE REIS DO GARIMPO, em SANTO ANTÔNIO DA BARRA.

A Folia de Reis do GARIMPO, em Santo Antônio da Barra no Município de Pedro Leopoldo em Minas Gerais, mantém muma tradição milenar dos Três Reis Magos, acompanhados pelas canções e folguedos típicos de Folia de Reis, celebrando mais um nascimento de Jesus Cristo.

Neste Vídeo estão presentes os grandes remanescentes da Folia de Reis em Santo Antõnio da Barra. NO bandolim está o Senhor José Leandro e o Senhor Marcílio, de cabelo branco e tocando um cavaquinho. Esta visita foi feita na casa no GARIMPO do vizinho do Sr Marcílio.

Agradecemos ao morador da casa onde foi gravado o vídeo, que carinhosamente nos cedeu as imagens que pertencem a ele. A Éder Roberto, que fez um trabalho de edição do vídeo, tornando possível sua divulgação neste blog Cultura de Pedro Leopoldo.

Clique aqui para acesso ao vídeo. https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=m5QwrFIv6y8.

Texto: Gisnaldo Amorim Pínto.
Direitos reservados.

LUDICIDADE EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

NA EDIÇÃO DE NÚMERO 18 em 23 DE SETEMBRO de 2009, foi publicada uma matéria sobre o LIVRO: OS BICHOS, do PROFESSOR GISNALDO AMORIM. ESTE LIVRO FOI APROVADO no PNLD ( PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO) do MEC e foi distribuído pata todas as escolas públicas municipais e estaduais do BRASIL. GISNALDO AMORIM, agora, está com a intenção de ver a utilização desta obra de caráter de EDUCAÇÃO AMBIENTAL, em nossa região. Na sequência do post desta matéria, está a cópia da matéria divulgada no CLICKCIÊNCIA da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS NO ESTADO DE SÃO PAULO.

ClickCiênciaedição

os bichos

Era uma vez…

No caso da literatura, existem dois grandes desafios: o primeiro diz respeito à própria produção de obras literárias de divulgação científica que encontrem o equilíbrio entre o didático e o lúdico; o segundo diz respeito ao hábito da leitura, tão pouco cultivado no Brasil

Saiba como a milenar tradição de contar histórias hoje é utilizada para narrar o conhecimento científico

A arte de contar histórias é tão antiga quanto a própria sociedade. Acredita-se que desde quando adquiriu o poder da linguagem, o Homem passou a contar sobre suas experiências para os seus semelhantes, como forma de comunhão e interação social. Esse poder das histórias atraiu a atenção de professores e outros educadores, que hoje criam narrativas para que, através delas, os alunos possam aprender com mais facilidade os conceitos das disciplinas escolares.

A divulgação científica pela literatura é um exemplo de como narrativas podem difundir conhecimento para cada vez mais pessoas. Na chamada “divulgação científica canônica”, as obras trazem os conteúdos e processos da Ciência relatados de forma explícita, com altos índices de detalhamento conceitual. Essas obras são consideradas literatura porque trazem vínculos com aspectos da cultura humana. Expoentes dessa linha são Stephen Jay Gould e Richard Dawkins.

Outro tipo de literatura dessa espécie são as obras não canônicas de divulgação científica, como, por exemplo, “Contato” de Carl Sagan, “2001, Uma odisséia no espaço”, de Arthur Clarke, “Os meninos da planície”, de Cástor Cartelle, e o “Dilema do Bicho-Pau”, de Ângelo Machado. Nessas obras, a centralidade da narrativa não recai sobre os conceitos e metodologias científicas, mas em aspectos dos dramas existenciais humanos. “Nesses casos, os conteúdos e processos da Ciência são pano de fundo e aparecem em geral implícitos no discurso, ou seja, o autor supõe que o leitor já domina alguns conceitos e, portanto, narra de forma menos explícita”, explica o professor do departamento de Ciências Naturais da Universidade Federal de São João Del Rei, Gisnaldo Amorim, que em seu doutorado em Educação investigou as potencialidades da literatura de divulgação científica.

Segundo Amorim, quando se discute sobre a eficiência da literatura no papel de divulgadora da Ciência, é importante ter em mente essa distinção entre os tipos de obras que podem ser encontradas. A partir dessa distinção é possível inferir que, se o objetivo principal for ensinar disciplinarmente teorias e métodos científicos, as obras canônicas serão mais eficazes. “Mas, se a intenção for ter a Ciência como pano de fundo para se atingir uma educação mais integral do leitor, envolvendo aspectos da existência humana, eu diria que as obras não canônicas são um gênero de literatura de divulgação científica mais eficiente.”

Na obras literárias não canônicas de divulgação científica o autor supõe que o leitor já domina alguns conceitos e, portanto, narra a Ciência de forma menos explícita.
É nesse sentido que o professor da Universidade Federal de São Carlos Hylio Laganá Fernandes, coordenador do GIBIOzine (revista em quadrinhos de divulgação científica), afirma que os artigos científicos – enquadrados na categoria de obras canônicas – podem ser muito interessantes, mas provavelmente apenas para especialistas, pois o estilo da escrita excessivamente técnico é de compreensão mais difícil e acaba não sendo agradável para muitas pessoas. Portanto, quando fala na literatura como uma metodologia para a divulgação da Ciência, Fernandes está considerando os textos de linguagem mais acessível e que envolvem aspectos do cotidiano dos leitores. “Se nesses textos estiverem sendo tratados conteúdos científicos, eles vão estar associados ao prazer da leitura, e isso aumenta a chance das pessoas leigas aprenderem algo sobre o assunto, ou mesmo despertarem sua curiosidade, movimentando-se posteriormente para conhecer mais”, acredita Fernandes.

Outra experiência da UFSCar vai pelo mesmo caminho. A Atividade Curricular de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (Aciepe) “Histórias Infantis e Matemática” propõe, a alunos licenciandos e a professores já atuantes na rede de ensino, a produção de livros cujas histórias sejam capazes de conduzir os leitores ao mundo da Matemática. “A gente acredita que trabalhar as histórias infantis conectadas com o conteúdo matemático faz com que a criança se envolva tanto na trama como nas questões matemáticas. Então, de certo modo, a literatura é o meio que conduz as crianças aos números”, afirma a professora Cármen Lúcia Brancaglion Passos, do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSCar, coordenadora da Aciepe.

É interessante notar que, no caso da literatura, existem dois grandes desafios: o primeiro diz respeito à própria produção de obras literárias de divulgação científica que encontrem o equilíbrio entre o didático e o lúdico; o segundo diz respeito ao hábito da leitura, tão pouco cultivado no Brasil. De nada vale um excelente livro se não houver quem o leia. Assim, o primeiro requisito para uma obra literária de divulgação científica é que ela seja agradável para “se fazer ler”. “O livro, antes de tudo, deve manter sua qualidade como gênero artístico, que transcenda a pura informação de dados e fatos; depois, vem a preocupação com a adequação da linguagem ao público-alvo e, por fim, mas não menos importante, vem o cuidado no sentido de não apresentar erros conceituais ou colocações que levem a desvios ou interpretações equivocadas”, pondera Hylio Laganá, da UFSCar.

Em relação ao foco das obras, alguns pesquisadores tendem a considerar alguns temas das Ciências Exatas como mais ásperos para serem trabalhados em um livro de histórias. “A Física Quântica é uma temática bem difícil de ser transportada para a ficção literária. Sou escritor de livros didáticos de Ciências e, quando me deparei com a Física Quântica, não me embrenhei nos terrenos conceituais, pois percebi que algumas tentativas de tratamento didático desse tema não conseguiram oferecer uma sistematização coerente, clara e com rigor conceitual. Assim, trazer essa temática para o universo literário me pareceu meio artificial”, relata Gisnaldo Amorim. Na mesma direção, Fernandes diz que “há, por exemplo, certos temas específicos relacionados a equações matemáticas que se situam nos limites do abstrato e devem ser realmente difíceis de serem explicados em outras linguagens que não a matemática”.

Não é o que tem observado a professora Carmem Brancaglion em suas atividades. “Na verdade, não existe dificuldade, a gente tem aqui mais de cem produções de livros infantis e os temas são os mais variados possíveis. Claro que estamos falando de literatura infantil, então os conceitos matemáticos envolvidos são relativos à Educação Básica, embora já tenhamos tido experiências com conteúdos até para o Ensino Médio, todos com grande sucesso”, atesta. Os livros produzidos na Aciepe já abordaram desde as operações básicas, medidas e figuras geométricas, até matrizes e análises combinatórias.

Se assuntos envolvendo números causam divergências em relação à dificuldade na abordagem, outros como as características da luz, a formação do arco-íris, a evolução, o corpo humano, a Lua e a Biotecnologia “têm tudo para serem mais fáceis de se transportar para a literatura”, afirma Amorim. “No universo da Biologia, qualquer tema pode ser explicado de formas ‘não acadêmicas’. Se isso não for possível, é porque o assunto está ainda muito pouco definido, não está ‘maduro’ ou não encontrou alguém apto a desvelá-lo. É certo que essa explicação para o público leigo se dará com menor profundidade, posto que o detalhamento técnico, característico das produções acadêmicas, pode ser aborrecido e/ou incompreensível para quem não domina a área”, afirma Fernandes. Em última análise, no entanto, a formação do autor e a familiaridade com o tema e com o público pretendido são decisivos no processo de levar os temas dos centros de pesquisas para as páginas dos livros.

GIBIOzine

A linguagem dos quadrinhos (HQ) para a divulgação científica é a matéria-prima do grupo de pesquisa “Imagens em Ação”, da Universidade Federal de São Carlos, coordenado pelo professor Fernandes. O grupo tem utilizado as histórias em quadrinhos como veículo de divulgação, por ser uma forma de literatura bastante aceita pelos jovens (o público-alvo pretendido) e, segundo o coordenadora do projeto, riquíssima em termos comunicativos, já que associa a linguagem verbal com a visual.

O GIBIOzine já está em sua quinta edição. Fernandes explica que tem alguma participação como autor, mas que seu objetivo principal é estimular e organizar as produções de estudantes na revista, ou seja, são os próprios jovens que escrevem para seus pares. Como o nome sugere, o GIBIO trabalha, preferencialmente, com temas relacionados à Biologia, mas estudantes de outros cursos também são convidados a participar e já produziram HQs de Pedagogia, Turismo e Física.
Para saber mais, acesse o site do projeto.

“Os Bichos”

O professor Gisnaldo Amorim, atuando como escritor de obras de literatura para divulgação científica, produziu a obra “Os Bichos”, para crianças em fase de alfabetização, na qual usou pequenas histórias em formas de tirinhas para ensinar conceitos importantes da Zoologia. O livro foi aprovado no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de 2010 e vai circular em todas as escolas públicas do Brasil. “Nesta obra, os professores poderão colocar em prática a concepção de que ensinar Ciências é também educar para a formação de consciências humanizadas”, afirma Amorim.

Histórias infantis e Matemática

A Aciepe “Histórias Infantis e Matemática”, coordenada pelas professoras Cármen Brancaglion e Rosa Moraes de Oliveira, trabalha com a produção de livros infantis que despertem o interesse pela Matemática e possam ser usados dentro das salas de aula para que os professores levantem discussões e iniciem suas explicações, embasados pelos enredos. Os livros são produzidos por licenciandos dos cursos de Matemática e de Pedagogia, na sua grande maioria, e por professores da rede de ensino de São Carlos.

Num primeiro momento, é feito um estudo teórico, com catalogação de livros já existentes e a investigação de temas e possíveis abordagens, para depois iniciar a criação propriamente dita. As ideias são compartilhadas pelo grupo, que faz uma avaliação prévia. Ou seja, embora o livro seja construído por um autor, o processo é colaborativo e cada participante contribui com aquilo que sabe mais. A inspiração vem das mais variadas fontes, inclusive de histórias já existentes, como no caso do livro baseado no seriado de televisão “Lost”, desenvolvido para ser trabalhado no segundo ciclo do Ensino Fundamental. Na obra, para conseguir sair da ilha, o leitor tem de resolver sistemas de equações.

Mais informações sobre a Aciepe, aqui.
lista de reportagem
Divulgação Científica: pontos de partida e destinos
Educação, divulgação e alienação
Arte e Ciência na Divulgação Científica
Luzes da Ribalta
Brincando de cientista
Era uma vez…
Formando para informar

Adilson de Oliveira

Márcia Tait

Roberto L. Baronas

Silvio R. Dahmen

Alexandra Bujokas

Leonor Assad

Charge – José Américo

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Festa linda fecha o I CONCURSO FOTOGRÁFICO AABB 2012

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Foto dos agraciados no I CONCURSO FOTOGRÁFICO AABB 2012, em parceria com os BLOGS CULTURA e FUTEBOL DE PEDRO LEOPOLDO. A cerimônia de entrega de troféus, realizada ontem na sede da AABB PL, foi apresentada pela jornalista Bianca Alves. Da direita para a esquerda, Eduardo  Luiz da silva, Ariane Aguiar e Joana Brandão.

1.º lugar – De volta para o futuro em Pedro Leopoldo, Eduardo Luiz da Silva
2.º lugar – O esporte tem a força excepcional de mudar o mundo!, Joana Brandão Melo
3.º lugar – A união faz a FORÇA, Ariane Aguiar dos Santos

Prêmio Melhor fotografia – Pequena Grand Canyon, Eduardo Luiz da Silva

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Chiquinho da AABB durante a cerimônia de entrega dos troféus. Em seu discurso Chiquinho ressaltou que os organizadores do Concurso avaliaram como extremamente positiva a promoção do Concurso Fotográfico, que contou com inúmeras participações de profissionais do município e região e com alto nível dos Álbuns Fotográficos inscritos. O Regulamento do Concurso previu a inscrição de álbuns fotográficos com, no mínimo, 3 modalidades esportivas, organizado sob coesão, título e uma proposta descritiva. Os Álbuns premiados expressam variadas tendências esportivas, com enfoques diferenciados e com evidenciação de que Pedro Leopoldo tem lastro cultural para este tipo de iniciativa.

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O treinador das escolinhas de futebol do CEPEL, Paulinho do Cepel, entrega o troféu à terceira colocada ARIANE. O troféu em madeira nobrerepresenta  a ima gem de um beija flor. Todos os troféus estão inspirados em aspectos culturais e naturais da região de Pedro Leopoldo, sendo que suas estruturas são de autoria dos artistas mineiros Wellington Moreira e Farias.

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Dé Leite, vice prefeito eleito, entregou o troféu artesanal à segunda colocada, Joana Brandão. O troféu representando duas garças, aliás, aves  estas muito comuns no ambiente da Fazenda Modelo atual.  

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Chiquinho da AABB entrega o troféu ao primeiro colocado, Eduardo Luiz da silva. O troféu representa duas aves de nossa ave-fauna da Fazenda Modelo. Um tucano ao lado de uma maritaca, que cavam seus ninhos num barranco da Avenida Rômulo Joviano, cenário que consta como lugar-referencial em seu álbum fotográfico. A foto Pequena Grand Canyon, de autoria de Eduardo Luiz, foi agraciada como Melhor Fotografia do I CONCURSO FOTOGRÁFICO AABB DE PL.
Nesta noite de premiações, foram homenageados os memorialistas Geraldo Leão e Carlos Aníbal pelo relevante trabalho com a memória fotográfica em Pedro leopoldo. Eder Rodrigues recebeu menção honrosa neste I Concurso pela apresentação de Álbum com fotografias sobre futebol. Na noite de premiações apresentaram-se o Coral da AABB, o Grupo Picadeiro Ambulante e o grupo Viola com Chocalho.

 

CRÉDITOS DAS FOTOGRAFIAS- Eder Roberto

ESPETÁCULO CÊNICO/MUSICAL SÁBADO NO KSAROSA COM LUCIENE LEMOS.

POSSO EXPLICAR O ESPETÁCULO DE SÁBADO EM PEDRO LEOPOLDO??????

Pessoas queridas o “marromdemaisamar” é um espetáculo cênico-musical.
Ou seja é uma peça de teatro onde eu canto e interpreto e os outros atores interpretam,e a banda toca e todo mundo brilha!kkk
Tem cenário,tem figurino,tem luz específica pra cada cena,tem uma história que é contada…
NÃO é um show!
Por isso é preciso chegar até as 20:30 porque a portaria fecha pra começar o espetáculo!
NÂO é musica ao vivo no bar não!Quando começa ninguém entra mais!
Serão criados dois ambientes um com mesas e outro só plateia com cadeiras,portanto tem que comprar ingresso e Não reservar mesas! O Beto Ksarosa está vendendo ingressos e pelo telefone 36651404 também poderão comprá-los com Graciele Lemos.
No dia a bilheteria vai funcionar das 19:30 às 20:00H.
O serviço do bar funcionará durante a espera e depois do espetáculo.
A peça tem 70 minutos e depois dela começa outra coisa com outras pessoas.
Tem gente pensando que é voz e violão.
NÃO é não. São 10 pessoas no palco pra que o espetáculo aconteça.
É teatro como Pedro Leopoldo merece e daqui pra frente vai ter!
Pra quem nunca foi ao teatro é uma ótima!
Pra quem sempre vai é outra ótima!!!

TEXTO: LUCIENE LEMOS.

Diagnóstico Social da Infância e Adolescência de Pedro Leopoldo

Acesse aqui  o Diagnóstico Social da Infância e Adolescência de Pedro Leopoldo, elaborado pela Equipe das Faculdades de Pedro Leopoldo (Fundação Pedro Leopoldo) em 2004/2005, com recursos do FIA, Fundo da Infância e Adolescência de Pedro Leopoldo. Coordenado pela Profa. Cristiane de Castro e Almeida, Fundação Cultural Dr. Pedro Leopoldo, o Diagnóstico Social contou com a participação de uma equipe de pesquisadores, professores, auxiliares de pesquisa e redatores.  A professora Júnia Sales Pereira participou da equipe de redatores do Diagnóstico e ressalta que o mesmo é um dos mais importantes documentos já elaborados em Pedro Leopoldo para a formulação de políticas públicas e sociais voltadas para a infância e adolescência. Conforme afirma a professora, certamente é um documento que mereceria de atualizações periódicas, e que aponta fundamentalmente os principais problemas e perspectivas para as políticas sociais do município nesta área.  O documento apresenta estatísticas e análises quanto à saúde, educação e escolarização, programas sociais, conflitos com a lei e proteção social, além de oportunidades de inclusão cultural de crianças e jovens no município de Pedro Leopoldo. Sob todos os aspectos, um documento imprescindível para os cidadãos e os gestores públicos.
Abaixo, segue o link do “Diagnóstico Social da Infância e Adolescência”:
Diagnostico Social da Infancia Ad PL

Prorrogação do prazo de inscrição I Concurso Literário de Pedro Leopoldo.

O  Blog Cultura de Pedro Leopoldo anuncia  a prorrogação do prazo de inscrições para o I CONCURSO LITERÁRIO DE PEDRO LEOPOLDO

O novo prazo limite para inscrição das obras é 15 de maio de 2012.

Participem.

Gisnaldo Amorim Pinto e Junia Sales Pereira.

Cultura de Pedro Leopoldo

Parceria Padaria Santos e AABB PL

culturadepedroleopoldo.wordpress.com

O 1.º Concurso Literário de Pedro Leopoldo, com inscrição aberta até 20 de abril, apresenta Logomarca e Troféus assinados por designs e artistas de Pedro Leopoldo

O 1.º Concurso Literário de Pedro Leopoldo encontra-se ainda aberto, até 15 de maio, para postagem dos originais.

O regulamento do Concurso encontra-se disponível no site do Blog da Cultura https://culturadepedroleopoldo.wordpress.com/2012/01/26/i-concurso-literario-de-pedro-leopoldo-2012/ e na Padaria Santos.

O Concurso é resultante de parceria entre o Blog da Cultura de Pedro Leopoldo e a Padaria Santos, e conta com apoio de empresas e pessoas da cidade envolvidas com a produção cultural e/ou educacional como a Gráfica Tavares, o Colégio Clita Batista, o Adelso Buffet e a Fundação Pedro Leopoldo, dentre outros. Idealizado pelos educadores Gisnaldo Amorim e Júnia Sales, o Concurso Literário de Pedro Leopoldo apresenta, no ano de 2012, o tema Humor, dividido em várias categorias.

A logomarca do Concurso, intitulada TRAVESSIA, foi idealizada por Jacy Lopes e Enrique Tavares. A profa. Júnia Sales comenta a logomarca.

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“Em 1996 foi encontrada em Pedro Leopoldo uma canoa com idade aproximada de 300 anos, hoje sob guarda do Parque do Sumidouro. Talhada em vinhático, a canoa representa lutas históricas através das quais ocorreu o alargamento das margens deste rio no qual navegamos chamado história. Há mais de 300 anos outros viajaram em leitos que hoje lutamos para preservar. Daqui a 3 séculos, outros navegantes atravessarão fronteiras que hoje se alargam. Terceira margem de tantas geografias e temporalidades, a Canoa registra a marca do Concurso Literário de Pedro Leopoldo 2012. Entalhada pelas mãos de Jacy Lopes e Enrique Tavares, ela é Travessia entre poéticas que deságuam Pedro Leopoldo em narrativas sinuosas, sendo passagem-refazenda que atravessa os tempos em sumidouro e verso”.
Os Troféus foram idealizados pelo artista plástico César Augusto de Paula. A arte de César é conhecida mundialmente, “é um artista completo, com as características da intuição, criatividade e invenção” como define Gisnaldo Amorim. César Augusto é reconhecido pela utilização de diferentes materiais disponíveis na natureza e na sociedade, combinando a transformação criativa com a performance artística e a improvisação. Júnia Sales afirma que é com satisfação que recebeu a proposta de César Augusto para assinatura dos Troféus do Concurso Literário, o que certamente deixa o evento ainda mais rico do ponto de vista cultural, afirmando o lugar do artista local na concretização da cultura em sua dinâmica, com a riqueza toda que temos. A profa. afirma que a arte de César é merecedora de admiração e incentivo, “ele constituiu uma identidade artística inconfundível, sendo original, único. Tenho certeza de que os Troféus serão recebidos pelos participantes do Concurso como jóias, aquelas que existem para sempre”.

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César Augusto de Paula em seu Ateliê em Pedro Leopoldo.