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LUDICIDADE EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

NA EDIÇÃO DE NÚMERO 18 em 23 DE SETEMBRO de 2009, foi publicada uma matéria sobre o LIVRO: OS BICHOS, do PROFESSOR GISNALDO AMORIM. ESTE LIVRO FOI APROVADO no PNLD ( PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO) do MEC e foi distribuído pata todas as escolas públicas municipais e estaduais do BRASIL. GISNALDO AMORIM, agora, está com a intenção de ver a utilização desta obra de caráter de EDUCAÇÃO AMBIENTAL, em nossa região. Na sequência do post desta matéria, está a cópia da matéria divulgada no CLICKCIÊNCIA da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS NO ESTADO DE SÃO PAULO.

ClickCiênciaedição

os bichos

Era uma vez…

No caso da literatura, existem dois grandes desafios: o primeiro diz respeito à própria produção de obras literárias de divulgação científica que encontrem o equilíbrio entre o didático e o lúdico; o segundo diz respeito ao hábito da leitura, tão pouco cultivado no Brasil

Saiba como a milenar tradição de contar histórias hoje é utilizada para narrar o conhecimento científico

A arte de contar histórias é tão antiga quanto a própria sociedade. Acredita-se que desde quando adquiriu o poder da linguagem, o Homem passou a contar sobre suas experiências para os seus semelhantes, como forma de comunhão e interação social. Esse poder das histórias atraiu a atenção de professores e outros educadores, que hoje criam narrativas para que, através delas, os alunos possam aprender com mais facilidade os conceitos das disciplinas escolares.

A divulgação científica pela literatura é um exemplo de como narrativas podem difundir conhecimento para cada vez mais pessoas. Na chamada “divulgação científica canônica”, as obras trazem os conteúdos e processos da Ciência relatados de forma explícita, com altos índices de detalhamento conceitual. Essas obras são consideradas literatura porque trazem vínculos com aspectos da cultura humana. Expoentes dessa linha são Stephen Jay Gould e Richard Dawkins.

Outro tipo de literatura dessa espécie são as obras não canônicas de divulgação científica, como, por exemplo, “Contato” de Carl Sagan, “2001, Uma odisséia no espaço”, de Arthur Clarke, “Os meninos da planície”, de Cástor Cartelle, e o “Dilema do Bicho-Pau”, de Ângelo Machado. Nessas obras, a centralidade da narrativa não recai sobre os conceitos e metodologias científicas, mas em aspectos dos dramas existenciais humanos. “Nesses casos, os conteúdos e processos da Ciência são pano de fundo e aparecem em geral implícitos no discurso, ou seja, o autor supõe que o leitor já domina alguns conceitos e, portanto, narra de forma menos explícita”, explica o professor do departamento de Ciências Naturais da Universidade Federal de São João Del Rei, Gisnaldo Amorim, que em seu doutorado em Educação investigou as potencialidades da literatura de divulgação científica.

Segundo Amorim, quando se discute sobre a eficiência da literatura no papel de divulgadora da Ciência, é importante ter em mente essa distinção entre os tipos de obras que podem ser encontradas. A partir dessa distinção é possível inferir que, se o objetivo principal for ensinar disciplinarmente teorias e métodos científicos, as obras canônicas serão mais eficazes. “Mas, se a intenção for ter a Ciência como pano de fundo para se atingir uma educação mais integral do leitor, envolvendo aspectos da existência humana, eu diria que as obras não canônicas são um gênero de literatura de divulgação científica mais eficiente.”

Na obras literárias não canônicas de divulgação científica o autor supõe que o leitor já domina alguns conceitos e, portanto, narra a Ciência de forma menos explícita.
É nesse sentido que o professor da Universidade Federal de São Carlos Hylio Laganá Fernandes, coordenador do GIBIOzine (revista em quadrinhos de divulgação científica), afirma que os artigos científicos – enquadrados na categoria de obras canônicas – podem ser muito interessantes, mas provavelmente apenas para especialistas, pois o estilo da escrita excessivamente técnico é de compreensão mais difícil e acaba não sendo agradável para muitas pessoas. Portanto, quando fala na literatura como uma metodologia para a divulgação da Ciência, Fernandes está considerando os textos de linguagem mais acessível e que envolvem aspectos do cotidiano dos leitores. “Se nesses textos estiverem sendo tratados conteúdos científicos, eles vão estar associados ao prazer da leitura, e isso aumenta a chance das pessoas leigas aprenderem algo sobre o assunto, ou mesmo despertarem sua curiosidade, movimentando-se posteriormente para conhecer mais”, acredita Fernandes.

Outra experiência da UFSCar vai pelo mesmo caminho. A Atividade Curricular de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (Aciepe) “Histórias Infantis e Matemática” propõe, a alunos licenciandos e a professores já atuantes na rede de ensino, a produção de livros cujas histórias sejam capazes de conduzir os leitores ao mundo da Matemática. “A gente acredita que trabalhar as histórias infantis conectadas com o conteúdo matemático faz com que a criança se envolva tanto na trama como nas questões matemáticas. Então, de certo modo, a literatura é o meio que conduz as crianças aos números”, afirma a professora Cármen Lúcia Brancaglion Passos, do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSCar, coordenadora da Aciepe.

É interessante notar que, no caso da literatura, existem dois grandes desafios: o primeiro diz respeito à própria produção de obras literárias de divulgação científica que encontrem o equilíbrio entre o didático e o lúdico; o segundo diz respeito ao hábito da leitura, tão pouco cultivado no Brasil. De nada vale um excelente livro se não houver quem o leia. Assim, o primeiro requisito para uma obra literária de divulgação científica é que ela seja agradável para “se fazer ler”. “O livro, antes de tudo, deve manter sua qualidade como gênero artístico, que transcenda a pura informação de dados e fatos; depois, vem a preocupação com a adequação da linguagem ao público-alvo e, por fim, mas não menos importante, vem o cuidado no sentido de não apresentar erros conceituais ou colocações que levem a desvios ou interpretações equivocadas”, pondera Hylio Laganá, da UFSCar.

Em relação ao foco das obras, alguns pesquisadores tendem a considerar alguns temas das Ciências Exatas como mais ásperos para serem trabalhados em um livro de histórias. “A Física Quântica é uma temática bem difícil de ser transportada para a ficção literária. Sou escritor de livros didáticos de Ciências e, quando me deparei com a Física Quântica, não me embrenhei nos terrenos conceituais, pois percebi que algumas tentativas de tratamento didático desse tema não conseguiram oferecer uma sistematização coerente, clara e com rigor conceitual. Assim, trazer essa temática para o universo literário me pareceu meio artificial”, relata Gisnaldo Amorim. Na mesma direção, Fernandes diz que “há, por exemplo, certos temas específicos relacionados a equações matemáticas que se situam nos limites do abstrato e devem ser realmente difíceis de serem explicados em outras linguagens que não a matemática”.

Não é o que tem observado a professora Carmem Brancaglion em suas atividades. “Na verdade, não existe dificuldade, a gente tem aqui mais de cem produções de livros infantis e os temas são os mais variados possíveis. Claro que estamos falando de literatura infantil, então os conceitos matemáticos envolvidos são relativos à Educação Básica, embora já tenhamos tido experiências com conteúdos até para o Ensino Médio, todos com grande sucesso”, atesta. Os livros produzidos na Aciepe já abordaram desde as operações básicas, medidas e figuras geométricas, até matrizes e análises combinatórias.

Se assuntos envolvendo números causam divergências em relação à dificuldade na abordagem, outros como as características da luz, a formação do arco-íris, a evolução, o corpo humano, a Lua e a Biotecnologia “têm tudo para serem mais fáceis de se transportar para a literatura”, afirma Amorim. “No universo da Biologia, qualquer tema pode ser explicado de formas ‘não acadêmicas’. Se isso não for possível, é porque o assunto está ainda muito pouco definido, não está ‘maduro’ ou não encontrou alguém apto a desvelá-lo. É certo que essa explicação para o público leigo se dará com menor profundidade, posto que o detalhamento técnico, característico das produções acadêmicas, pode ser aborrecido e/ou incompreensível para quem não domina a área”, afirma Fernandes. Em última análise, no entanto, a formação do autor e a familiaridade com o tema e com o público pretendido são decisivos no processo de levar os temas dos centros de pesquisas para as páginas dos livros.

GIBIOzine

A linguagem dos quadrinhos (HQ) para a divulgação científica é a matéria-prima do grupo de pesquisa “Imagens em Ação”, da Universidade Federal de São Carlos, coordenado pelo professor Fernandes. O grupo tem utilizado as histórias em quadrinhos como veículo de divulgação, por ser uma forma de literatura bastante aceita pelos jovens (o público-alvo pretendido) e, segundo o coordenadora do projeto, riquíssima em termos comunicativos, já que associa a linguagem verbal com a visual.

O GIBIOzine já está em sua quinta edição. Fernandes explica que tem alguma participação como autor, mas que seu objetivo principal é estimular e organizar as produções de estudantes na revista, ou seja, são os próprios jovens que escrevem para seus pares. Como o nome sugere, o GIBIO trabalha, preferencialmente, com temas relacionados à Biologia, mas estudantes de outros cursos também são convidados a participar e já produziram HQs de Pedagogia, Turismo e Física.
Para saber mais, acesse o site do projeto.

“Os Bichos”

O professor Gisnaldo Amorim, atuando como escritor de obras de literatura para divulgação científica, produziu a obra “Os Bichos”, para crianças em fase de alfabetização, na qual usou pequenas histórias em formas de tirinhas para ensinar conceitos importantes da Zoologia. O livro foi aprovado no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de 2010 e vai circular em todas as escolas públicas do Brasil. “Nesta obra, os professores poderão colocar em prática a concepção de que ensinar Ciências é também educar para a formação de consciências humanizadas”, afirma Amorim.

Histórias infantis e Matemática

A Aciepe “Histórias Infantis e Matemática”, coordenada pelas professoras Cármen Brancaglion e Rosa Moraes de Oliveira, trabalha com a produção de livros infantis que despertem o interesse pela Matemática e possam ser usados dentro das salas de aula para que os professores levantem discussões e iniciem suas explicações, embasados pelos enredos. Os livros são produzidos por licenciandos dos cursos de Matemática e de Pedagogia, na sua grande maioria, e por professores da rede de ensino de São Carlos.

Num primeiro momento, é feito um estudo teórico, com catalogação de livros já existentes e a investigação de temas e possíveis abordagens, para depois iniciar a criação propriamente dita. As ideias são compartilhadas pelo grupo, que faz uma avaliação prévia. Ou seja, embora o livro seja construído por um autor, o processo é colaborativo e cada participante contribui com aquilo que sabe mais. A inspiração vem das mais variadas fontes, inclusive de histórias já existentes, como no caso do livro baseado no seriado de televisão “Lost”, desenvolvido para ser trabalhado no segundo ciclo do Ensino Fundamental. Na obra, para conseguir sair da ilha, o leitor tem de resolver sistemas de equações.

Mais informações sobre a Aciepe, aqui.
lista de reportagem
Divulgação Científica: pontos de partida e destinos
Educação, divulgação e alienação
Arte e Ciência na Divulgação Científica
Luzes da Ribalta
Brincando de cientista
Era uma vez…
Formando para informar

Adilson de Oliveira

Márcia Tait

Roberto L. Baronas

Silvio R. Dahmen

Alexandra Bujokas

Leonor Assad

Charge – José Américo

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CAUSO: O DIA QUE NÃO FUI BATMAN. UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DESDE JASPION A JIRAIA..

EI VOCÊ … PRESTE ATENÇÃO NO QUE EU VOU DIZER…. NÃO VAI FICAR SOZINHO… SOU O GUERREIRO QUE VAI TE DEFENDER….CONTRA TODA MALDIÇÃO … NÃO HAVENDO SOLUÇÃO … PRA SUA SEGURANÇA , EU VOU ENTRAR EM AÇÃO…A PAZ NA TERRA E EM TODOS OS PLANETAS … É COMO UM SONHO QUE NÃO PODE ACABAR… JASPION, PELA LIBERDADE, SOU JASPION , PELA IGUALDADE SOU JASPION…EU JURO … EU JURO .. NÃO VOU FALHAR … JASPION…( MUSIQUINHA PRA GENTE NA FAIXA DOS 30 PRA CIMA … JASPION)

SE BEM QUE JASPION E JIRAIA TINHAM UMA MOTOQUINHA… ALIÁS, OUTRO GRANDE GUERREIRO ANCESTRAL, JUNTAMENTE COM LIONMAN (UM LEÃOZINHO DE TRANÇAS, QUE AO FALAR NÃO MECHE A BOCA)…ULTRAMAN (UMA LETRA QUE NÃO DÁ PARA COLOCAR SEM O VIOLÃO E É NUM JAPONÊS AUTÊNTICO, POIS APRENDI A LETRA SEM TER IDO AO JAPÃO. DE TANTO ASSISTIR, EU APRENDI DIREITINHO A LETRA), ULTRASEVEN (MEIO PARECIDO COM ULTRAMAN, EMBORA O HINO SEJA JAPONÊS E SOMENTE EU TENHA OS DIREITOS AUTORAIS SOBRE A LINDA CANÇÃO). ALIÁS, A CANÇÃO “ULTRAMAN” FOI DE COMPOSIÇÃO DOS 5 HOMENS QUE DIRIGIAM A NAVE DO QUARTEL GENERAL, DENTRE ELES AIATA, O HOMEM QUE VIRAVA ULTRAMAN COM A CÁPSULA BETA. TODO DIA, NO CANAL 4 DA REDE TUPY, DEPOIS DE ASSISTIR OS COMENTÁRIOS DE KAFUNGA, JIRAIA IA COMBATER UM MONSTRO FEROZ E PERIGOSO MUNIDO SOMENTE DE UM CANIVETINHO JAPONÊS VENDIDO NUM PARAGUAI PERTO DE TÓQUIO. SEU GUIA ESPIRITUAL SEMPRE PRESENTE NO SEU PENSAMENTO, MORRIA DE MEDO DO AIATA MORRER E NINGUÉM DEPOIS QUERER VIRAR ULTRAMAN, PORQUE ERA UM HERÓI MEIO DURÃO E A BOCA NÃO ABRIA. VIVIA FECHADA.

ENTÃO O GUIA ARRANJOU UMA PILHA RAYOVAC (AS AMARELINHAS RECICLADAS) E A DEU PARA O AIATA, DIZENDO O SEGUINTE: “SEMPRE QUE ESTIVER EM PERIGO USE A CÁPSULA BETA E ELA O TRANSFORMARÁ NO ULTRAMAN”. NINGUÉM QUERERIA SER MESMO O ULTRAMAN, POIS A NAVE QUE COMBATIA OS MONSTROS SEMPRE TOMAVA UM TAPA DOS MONSTROS EM TODOS EPISÓDIOS DO MEIO DIA NA TV ITACOLOMY.

ULTRAMAN, ALÉM DE TER QUE CORRER RISCO DE VIDA COM OS MONSTROS, TINHA QUE SALVAR A NAVE E SEUS AMIGOS, INCLUSIVE ELE MESMO (AIATA), MAS NENHUM DOS 5 HOMENS DESCONFIAVAM QUE O AIATA ERA O ULTRA-MAN. ASSIM OS 5 HOMENS COMPUSERAM A MUSIQUINHA DO ULTRAMAN EM SITUAÇÃO DE MUITO PAVOR E, POR ISSO, FICOU MEIO EMBOLADA.

MAS, MEU EPISÓDIO FAVORITO DA HORA DO PRATO NA MÃO COMENDO CHUCHU COM ABOBRA D’ÁGUA E ANGU COM TORRESMO ERA BATMAN. O MEU BATMAN TINHA UMA ÉTICA FANTÁSTICA E ATÉ EXAGERADA, POIS QUANDO IA DAR UM SOCO NA CARA DO PINGUIM, ELE PEDIA DESCULPA ANTES. E AINDA DAVA UM LENÇO PRO PINGUIM LIMPAR O SANGUINHO QUE CORRIA PELO NARIZ.

QUANDO MINHA MÃE ODETE FAZIA PASTEL PRA EU VENDER NAS RUAS DE PL, ELA TEVE QUE CONTRATAR UM MENINO PARA AJUDAR A VENDER OS PASTÉIS, POIS VENDIA DEMAIS. NÃO É QUE O MENINO CHAMAVA ROBSON (UM PASSO PARA SER ROBIN, AMIGO DO BATMAN)?

ENTÃO, EU FIZ UMA BATCAVERNA NUM SÓTÃO ESCURO E GANHEI DE PRESENTE UMA ROUPA DO BATMAN E O ROBSON ERA O ROBIN. UM DIA DESTES, EU, MORANDO NO ANDYARA, MEU SOGRO CHEGOU LÁ PARA ALGUÉM CAPINAR MINHA HORTA, POIS EU TAVA COM PREGUIÇA. QUANDO O CARA ENTROU NO MEU PORTÃO COM MEU SOGRO E ELE ME VIU, ELE ENTÃO SOLTOU UMA PÉROLA: CUMÉ QUE VAI O SENHOR? O SENHOR SE LEMBRA QUANDO NÓS BRINCAVA DE BATMAN? POIS É SÔ… QUANDO NÓS DOIS VENDIA PASTEL NA RUA PRA SUA MÃE? AINDA DISSE: A ÚNICA MÁGOA QUE TENHO COMIGO É QUE VOCÊ NUNCA ME DEIXOU SER BATMAN. CÊ SÓ ME COLOCAVA DE ROBIN…

COMO ESTÁ NOS LIVROS DO JOSÉ ISSA: “COISAS DO REINO DE PEDRO LEOPOLDO”.

TEXTO: GISNALDO AMORIM PINTO.
OBS: O ROBSON É UM PEDRO LEOPOLDENSE TRABALHADOR E CHEIO DE DIGNIDADE A QUEM EU DEVO RESPEITO E CONSIDERAÇÃO, JUNTAMENTE COM MEU SOGRO, SOBRE QUEM EU DIGO O MESMO.

José Issa Filho é homenageado no I Concurso Literário de Pedro Leopoldo 2012

Autores, familiares, artistas e público envolvido com a cultura presentes na Padaria Santos em manhã de premiação e na AABB PL em tarde de espetáculos. José Issa Filho foi homenageado do I Concurso Literário de Pedro Leopoldo 2012 pelo conjunto da obra. Com 13 livros publicados, José Issa Filho recebeu prêmio da Academia Mineira de Letras, sendo sua obra conhecida de leitores de Minas e do Brasil. É autor consagrado, referenciado por todos os amantes da literatura. Com estilo próprio, José Issa Filho cativou o público leitor interessado em memória, casos e eventos experienciados em Pedro Leopoldo. Merecida homenagem ao autor que já encantou várias gerações de pedroleopoldenses com sua narrativa ímpar, repleta de encantamento e de lirismo.

José Issa filho, autor homenageado no I Concurso Literário de Pedro Leopoldo pelo conjunto de sua obra.

José Issa Filho recebe Troféu de Autor Homenageado pelo conjunto da obra das mãos de Gisnaldo Amorim.

Fotografia Geraldo Santos Filho, Acervo Blog Cultura de Pedro Leopoldo.

O I Concurso Literário de Pedro Leopoldo 2012 é uma realização do Blog Cultura de Pedro Leopoldo, sob coordenação de Júnia Sales e Gisnaldo Amorim. O Concurso Literário 2012 teve como parceiros a Padaria Santos e a AABB Pedro Leopoldo. Apoio Cultural Gráfica Tavares, Adelso Buffet, Colégio Clita Batista, Jornal Folha de Pedro Leopoldo, Jornal O Observador, Cine Marajá.

NESTE SÁBADO FESTA DE PREMIAÇÃO DO I CONCURSO LITERÁRIO DE PL.

Em 1996 foi encontrada em Pedro Leopoldo uma canoa com idade aproximada de 300 anos, hoje sob guarda do Parque do Sumidouro. Talhada em vinhático, a canoa representa lutas históricas através das quais ocorreu o alargamento das margens deste rio no qual navegamos chamado história. Há mais de 300 anos outros viajaram em leitos que hoje lutamos para preservar. Daqui a 3 séculos, outros navegantes atravessarão fronteiras que hoje se alargam. Terceira margem de tantas geografias e temporalidades, a Canoa registra a marca do Concurso Literário de Pedro Leopoldo 2012. Entalhada pelas mãos de Jacy Lopes e Enrique Tavares, ela é Travessia entre poéticas que deságuam Pedro Leopoldo em narrativas sinuosas, sendo passagem-refazenda que atravessa os tempos em sumidouro e verso. Júnia Sales Pereira

No sábado, 16 de junho, premiações do I Concurso Literário de Pedro Leopoldo 2012 com leitura de obras e show musical e circence na Padaria Santos e na AABB .

O I Concurso Literário de Pedro Leopoldo 2012, organizado pelo Blog Cultura de Pedro Leopoldo em parceria com a AABB Pedro Leopoldo e com a Padaria Santos divulga o resultado do certame e convida a todos para as solenidades de premiação e festa de comemoração dos resultados.

Os educadores Gisnado Amorim e Júnia Sales, organizadores do Concurso Literário, destacam a qualidade das obras premiadas nesta primeira edição do Concurso Literário e o valor das mesmas para afirmação da produção cultural do município.
A Comissão Julgadora foi composta por membros de Universidades Mineiras, sendo externa à organização do Concurso, mantendo-se o anonimato das obras na fase de avaliação.  O I Concurso Literário recebeu inscrições de moradores dos Bairros Santo Antônio da Barra, Roberto Belisário, Dr. Lund, Centro, Magalhães, Adélia Issa, Andyara, Maria Cândida e Novo Campinho. Um dos pré-requisitos para inscrição no Concurso Literário era o de que o autor fosse residente ou nascido em Pedro Leopoldo, o que possibilitou também valorizar a produção literária local em todas as suas qualidades. Os educadores Júnia e Gisnaldo avaliam, também, a possibilidade de desenvolver outros projetos associados ao Concurso a partir do que foi possível visualizar na produção literária inscrita nesta primeira edição.
Chiquinho da AABB, diretor da AABB Pedro Leopoldo, avalia positivamente a parceria entre AABB e o Concurso Literário de Pedro Leopoldo, ressaltando o impacto positivo do projeto para fomento à criação literária em Pedro Leopoldo, uma cidade que tem muitos talentos.

Geraldo Santos Filho, parceiro do Concurso Literário, afirma a importância de associação da marca Padaria Santos à difusão cultural em Pedro Leopoldo, uma tradição da empresa que já se afirmou no cenário pedroleopoldense por seu diferencial voltado para a responsabilidade social e para a abertura a projetos culturais arrojados e bem definidos.
A logomarca do I Concurso Literário de Pedro Leopoldo foi idealizada por Jacy Lopes e Enrique Tavares, e inspira-se na canoa tricentenária encontrada em Pedro Leopoldo, atualmente sob guarda do Parque Estadual de Pedro Leopoldo.
Os Troféus do Concurso Literário 2012 foram idealizados pelo artista Cesar Augusto de Paula.
Nesta primeira Edição do Concurso será homenageado o escritor José Issa Filho, pelo conjunto de sua obra.

As obras premiadas em 2012 sáo:
Baú da Saudade, categoria Poesia, de José Maria Pereira
Revivendo o passado de Pedro Leopoldo, 
categoria Memorial -prosa e poesia, de Maria José Silva Bastos
O Causo do avião, 
categoria Causo, de Paulo Roberto Machado Santana
Obras da copa, 
categoria Charge, de Sthefany Menezes Batista
Sonhos de meninas, luz do sol e brisa do sol, 
categoria mini-conto, de autoria de Isabel Cecília Oliveira Magalhães

 
Serão concedidas duas menções honrosas, uma na categoria Ilustração, para Paulo Cesar Magalhães e outra na categoria Professor, para Vanessa Rafael.
A obra Sonhos de Meninas receberá o prêmio de melhor obra inscrita no Concurso Literário 2012 e será premiada na AABB.

As solenidades de premiação ocorrerão na Padaria Santos, no dia 16 de junho, sábado, às 10 horas da manhã, com leitura e declamação das obras e a festa de comemoração e encerramento das solenidades do   I Concurso Literário 2012 ocorrerá na AABB, no dia 16 de junho, a partir das 16:30, com entrega do prêmio de melhor obra e com sessão de Circo apresentada pelo grupo Picadeiro Ambulante (André Luiz e Janio Tanaka), show cultural e musical pelo Grupo Viola com Chocalho (Gisnaldo e Júnia), Show musical com Gisnaldo e Tuíla, encerramento com música de raiz. Entrada franca.

O I Concurso Literário de Pedro Leopoldo é uma realização do Blog Cultura de Pedro Leopoldo (www.culturadepedroleopoldo.wordpress.com ) em parceria com a AABB Pedro Leopoldo e a Padaria Santos, com apoio cultural de Adelso Buffett, Gráfica Tavares, Cine Ma rajá, Fundação Pedro Leopoldo, Colégio Clita Batista, Jornal Folha de Pedro Leopoldo, Jornal Observador.

O poeta José Maria declama poesia na Padaria Santos

Foto tirada na manhã do dia 29 de fevereiro, na Padaria Santos. O escritor e poeta José Maria mostra uma poesia escrita por ele.

O poeta e escritor José Maria declama com inspiração e transpiração peculiar uma linda poesia ainda escrita a mão.

José Maria lê sua poesia

O Blog Cultura de Pedro Leopoldo tem grande satisfação na presença de escritores e poetas da cidade. O olhar de satisfação de José Maria na declamação de uma poesia é a esperança da valorização dos espaços de cultura em Pedro Leopoldo.

Acervo: Blog da Cultura de Pedro Leopoldo. Foto: Gisnaldo Amorim

O Boi da Manta na literatura de José Issa Filho

“E eu, nascido, criado e envelhecido neste reino, desejo que todos se divirtam a valer em nossa festa maior. E que as famílias que trabalham nas barracas ganhem um bom dinheiro. E louvo os que dançam no boi-da-manta, louvo os que o acompanham, louvo seus músicos, louvo os que trabalham enquanto os outros se divertem, louvo os sóbrios e louvo os  bêbedos, louvo aquele que, dentro do boi, move o boi, louvo o boi e todos aqueles que contribuem para alegrar nossas ruas…” José Issa Filho, Em Coisas do Reino de Pedro Leopoldo, 3, 2002, p. 215/216.